Quem já assistiu à A Rede Social têm uma boa ideia de como o Facebook nasceu. Um cara novo e relaxado avistou uma ideia alheia que parecia ótima e foi mais rápido no gatilho. Pra quem não assistiu, uma ilustração bem rápida:

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Todo mundo sabe bem que o core da ideia não foi do Mark, mas foi ele que botou a mão na massa e quem trouxe pra sua mão o feed mais acessado do mundo.

Mas tem uma coisa que você talvez nem saiba – qual é o slogan do Facebook?

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E realmente, né? Quando foi a última (ou melhor, a primeira) vez que você precisou pagar um centavo para curtir uma publicação ou adicionar seu amigo de infância?

Mas isso não é inteiramente verdade quando você conversa com o departamento de mídia e performance de uma agência. O Facebook já foi gratuito.

E hoje, ele continua gratuito? Si, pero no mucho.

Isso porque, além da incrível possibilidade de reconectar pessoas, você também poderia divulgar sua marca no Facebook. E foi então que Zuckerberg viu uma oportunidade para salvar seu projeto do mesmo destino que o Napster: passou a cobrar por anúncios em troca de uma audiência maior.

E não parou por aí. O Facebook virou uma vitrine abarrotada de anúncios, e muita gente reclamou que só via isso em seu feed. Então, Mark entrou em cena novamente e 1. estabeleceu um limite de 20% de texto em anúncios e 2. diminuiu drasticamente o alcance orgânico (não pago) das páginas. Ou seja, gratuito? Só para 2% da sua audiência total.

Hoje, as marcas já se entenderam com a regra. Mas nem sempre é tão fácil encaixar o que elas precisam dizer em apenas 5 quadradinhos de texto.

Vai ter golpe?

Num golpe de misericórdia (será mesmo?), O Facebook lança uma novidade: estamos todos libertos dos 20% de texto! A mudança ainda não foi liberada para todo mundo, mas os designers já comemoram.

Mas o departamento de mídia e performance levanta a sobrancelha e lê as letras pequenas:

“layouts que contenham mais de 20% de texto serão penalizados e terão alcance restringido, e dependendo da quantidade de texto, seu anúncio talvez nem seja exibido”. fonte

Talvez Mark tenha tido uma vida universitária meio solitária – com tantos inimigos e tantas horas programando – e esteja tentando compensar o tempo perdido agradando os anunciantes. Ou quer apenas separar os meninos dos homens.

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