Deixe as máquinas no comando dos anúncios

Você tem medo que as máquinas venham um dia a dominar o mundo? Pois saiba que elas já estão no controle de muitos processos do marketing. E isso pode ser muito produtivo para o seu negócio. Basta saber o que é mídia programática.

Pense em como eram feitas as negociações por espaço publicitário no passado. Primeiramente, você precisava ter acesso à tabela de preços de determinado veículo. Daí, você pegava no telefone e ligava para o departamento responsável e negociava espaço, duração, material e o que mais fosse importante. Este processo precisava ser repetido toda vez. Ninguém tem mais tempo para tudo isso, né?

A mídia programática busca eliminar todos esses processos, deixando tudo nas mãos de um algoritmo. Se é para ajudar no nosso trabalho, até que não é nada mau deixar as máquinas trabalharem, não é?

Se você quiser anunciar em um site da internet, nem é preciso se desdobrar para conseguir o contato deles para negociar espaço publicitário. A saída está em apostar nas ferramentas certas. Hoje, é possível contar com a automação para enviar o seu anúncio para os espaços certos, em múltiplos sites espalhados pela internet. Tudo isso é feito de forma automática, maximizando o potencial de visibilidade.

Organizando os processos

Na gênese da internet como ponto de compartilhamento de informação, as negociações publicitárias eram feitas diretamente, em contato das agências (ou próprias empresas) com os sites. Isso era perfeitamente possível quando existiam apenas alguns poucos espaços como estes. No entanto, com o tempo eles foram se multiplicando exponencialmente. De repente, havia espaço demais e ficava bastante difícil negociá-los.

Para tornar este processo mais produtivo para todos os envolvidos, foi desenvolvido o conceito de mídia programática. Este mecanismo se torna responsável por automatizar toda a parte de negociação, permitindo que as empresas escolham os blocos de espaço publicitário mais adequados para seus objetivos.

A plataforma de mídia programática analisa o perfil de quem entra no site para determinar quais banners vão ser apresentados. É como se todos os banners de todos os anunciantes ficassem em um grande banco de dados e a ferramenta escolhe o banner que tem mais probabilidade de atrair o interesse daquele usuário específico. Além disso, a plataforma também considera o quanto cada anunciante está disposto a pagar por aquele clique em uma espécie de leilão. Todo esse processo é feito em tempo real.

Um dos principais exemplos de mídia programática que temos hoje é a Rede de Display do Google. Associada ao Google AdWords, ela engloba os principais sites e portais do mundo. Você certamente já viu diversos anúncios dela:

Por que investir em mídia programática?

O ambiente digital está repleto de oportunidades fantásticas para a sua empresa se destacar. No entanto, isso só é possível se você for atrás da audiência adequada. De nada adianta exibir um banner publicitário para alguém que não tem interesse nos seus produtos. Em vez de se envolver com o desperdício de tempo e recursos que é acessar diretamente os publishers, você pode aproveitar as vantagens da mídia programática.

A maioria das plataformas de mídia programática trabalha com um modelo de PPC (pay per click). Isso significa que você só é cobrado quando o seu anúncio é clicado. Mesmo que ele seja visualizado várias vezes, a cobrança só acontece no momento do clique. Isso é bastante eficiente, já que você aproveita um custo-benefício muito positivo.

As redes sociais são outra parte bastante valiosa do marketing digital que precisam estar incluídas no seu planejamento. Você sabe o que elas podem fazer pelo seu negócio e de que maneira empregar os melhores recursos delas a seu favor? Nós destacamos tudo aqui no blog.

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