“Somos poeira de estrela, olhando de volta para o céu” – disse Michelle Thaller, astrônoma. Um desses conteúdos que cruzam nossa rotina como um cometa e provocam o efeito de meteoro nos pensamentos.

A história diz que um desses meteoros encontrou nosso planeta há milhares de anos, provocando mudanças mais profundas. A Terra se reinventou, abrindo espaço para uma topografia diferente e seres mais imunes.

Três bilhões de anos separam um micróbio unicelular da evolução para um peixe. Um prazo bastante generoso para uma transformação.

Levamos um pouco menos de tempo: em menos de quinze anos nos multiplicamos de uma pequena célula produtora de sites para uma estrutura vertical que cria tecnologia, comunicação e entretenimento.

Em mais de uma década e meia, caminhamos dentro e junto ao mercado digital – e descobrimos que a evolução do digital é tão grande que nem é mais percebida. Perdemos o rótulo digital e ganhamos o mundo.

Pode continuar nos chamando de agência digital. Ou chamar de agência, de estúdio, de produtora, de conteúdo, de solução. Somos tudo isso e só nos sentimos confortáveis na pele de quem entrega. Com o delicioso desconforto conhecido desde o primeiro dia: estamos em um negócio sempre em mudança.

Recebemos um meteoro por instante. E quando tudo muda, a gente trabalha se reinventando em tempo real.

Sentimos o gelo do Plistoceno diariamente.

Só acreditamos no que evolui. Somos mediagnósticos, orientados pela ideia, pela solução de negócio e pela criação do que ainda será feito.

O que já fizemos nos orgulha. Mas o que nos move é sabermos o que podemos fazer.

Mudamos nossa marca, unificando a comunicação das nossas spin-offs.
Criamos novos serviços e possibilidades.
Lançamos nosso site.

Temos orgulho do que podemos fazer adiante.
Somos todos poeira das certezas que um dia, já tivemos.